12 de outubro:data afetiva e amorosa: a festa de Nossa Senhora e o dia das crianças!

 No dia 12 de outubro, celebramos duas datas afetivas e amorossa, a festa da Mãe de Jesus e nossa Mãe Nossa Senhora Aparecida e o dia das crianças.

A maternidade e a fecundidade revela a beleza incondicional da vida. Jesus nos ensina que para poder entrar no Reino de Deus é preciso ser igual uma criança. Todos, mulheres e homens, são um pouco “mães” e eternas “crianças”.

Que haja dedicação para oferecermos as nossas crianças o que há de mais precioso: amor, ternura, misericórdia, educando-as para a vida e garantindo-lhes direitos básicos de cidadania.

Jesus acolhia as crianças, as abençoava, trazia-as para o centro das conversas e a elas dava atenção especial. Ele sabia que a singeleza e pureza de uma criança é o reflexo do coração de nosso Deus.

“Assim como no Evangelho, Jesus acolhe as crianças, abraça-as e abençoa-as, também nós temos…. a necessidade de ver cada criança como um dom que deve ser acolhido, amado e protegido.”. (Papa Francisco).

Precisamos ser a base, para que todas as crianças possam persistirem dia-a-dia nessa busca pela adolescência, juventude e vida adulta. para que nenhuma criança desista do sonho de crescer. Então que este sonho de “ser gente grande” seja garantido e que sejam mesmo, cada um deles, gente grande em essência, em dons, em capacidades, em desenvolvimento, em ética e em soberania, em seu país.

É urgente fazer-se presente onde for preciso, para que, a cada dia 12 de outubro, possamos comemorar a conquista da vida digna, da inclusão, da educação, da alimentação… das brincadeiras, dos sorrisos inocentes.

No Evangelho das bodas de Caná (Jo 2,1-11) ao escutarmos o conselho de Maria, “fazei o que ele vos disser” (J0 2,5), revela-nos que a devoção, o carinho e o amor a Nossa Senhora nos conduz sempre a Jesus e com ela aprendemos a acolher o Evangelho.

Coloquemos sob a proteção de Nossa Senhora todas as crianças do Brasil e do mundo, e cada um de nós, pois “se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas, não entrareis no Reino dos céus” (Mt 18,3).

 

 Lucimar Moreira Bueno- CEBs Regional Sul II- Arquidiocese de Maringá
Imagens Atelie 15- Aurelio Fred

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