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REPAM e Redes Internacionais buscam caminhos para amazonizar o mundo

REPAM e Redes Internacionais buscam caminhos para amazonizar o mundo

- NORTÃO, Destaque, Destaque News, Rumo ao 15º Intereclesial
 "O modelo de desenvolvimento predominante no mundo  precisa ser mudado, as redes internacionais fazem o trabalho de incidência e sensibilização para incentivar mudanças que nos permitirá possibilidades de futuro". Representantes da Eclesial Red Pan-Amazônica - REPAM, aqueles que fazem parte do eixo Redes Internacionais, liderados pelo Presidente e Vice-presidente da organização, os cardeais Cláudio Hummes e Pedro Barreto, reuniu-se em Berlim para uma reunião com representantes de diferentes redes internacionais, como a CIDSE, que inclui várias agências católicas da Europa, a Caritas Internationalis, Caritas Espanhola, Manos Unidas, Alboan e Entreculturas, da Espanha, CCFD e Secure Catholique da França, Adveniat, Misereor e Caritas Alemanha, representando a Alemanha e Porticus. A razão p
NUPCA: sementes de novos caminhos para uma ecologia integral

NUPCA: sementes de novos caminhos para uma ecologia integral

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“a convivência com a Amazônia está baseada numa troca de saberes, num ensinar e aprender”. O Sínodo da Amazônia quer fazer realidade novos caminhos para uma ecologia integral. Esse propósito vai se tornar realidade na medida em que, depois de um processo de escuta, sejam conhecidas diferentes experiências que já estão presentes na realidade amazônica e que oferecem pistas nessa direção. Um dos projetos que foram aprovados pelo Fundo Nacional de Solidariedade depois da Campanha da Fraternidade de 2017, que refletiu sobre o tema dos biomas brasileiros e defesa da vida, foi os Núcleos de Proteção da Convivência com a Amazônia – NUPCA. Este projeto, coordenado pela Caritas Regional Norte 1, está baseado na organização comunitária e incidência política, tendo como perspectiva o fortalecimen
Jesús López Fernández de Bobadilla: “ser caluniado por ajudar os migrantes me enche de orgulho e satisfação”

Jesús López Fernández de Bobadilla: “ser caluniado por ajudar os migrantes me enche de orgulho e satisfação”

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Lembra as palavras do Papa Francisco: "não diga que é um cristão quem não acolhe o imigrante". Nossas escolhas de vida sempre têm conseqüências, especialmente quando optamos pelos mais fracos. Jesús López Fernández de Bobadilla até pouco tempo atrás era apenas um padre a mais, o primeiro que morava em Pacaraima, uma pequena cidade bem na fronteira entre o Brasil e a Venezuela. Nascido na Espanha, chegou ao Brasil em 1985 e depois de algum tempo decidiu ser padre, sendo ordenado em 1999 como sacerdote diocesano de Roraima. Pouco mais de um ano atrás decidiu ajudar os migrantes venezuelanos. Isso teve como conseqüência a perseguição de muitos dos seus concidadãos, bem como muitos dos seus paroquianos. Tudo o que ele faz é ajudar aqueles que chegam "porque estão com fome, porque morrem
Migrar é um direito, xenofobia é crime.  Márcia Maria de Oliveira

Migrar é um direito, xenofobia é crime. Márcia Maria de Oliveira

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O migrante é um sujeito de direitos.  O Brasil é um país de migrantes. A onda de xenofobia praticada contra os migrantes da Venezuela tem crescido muito na Amazônia nos últimos tempos. Vale esclarecer que muitos migrantes que saem da Venezuela para outros países, incluindo o Brasil, não são venezuelanos. Há muitas ocorrências de processos de “múltiplas migrações” de cubanos, colombianos, haitianos e até mesmo brasileiros que viviam na Venezuela e agora encontram em processo migratório. Isso revela que a Venezuela, até bem pouco tempo, representava um país de acolhida a migrantes de diversas nacionalidades. O que ocorre atualmente na Venezuela é um processo de crise econômica e política sem precedentes que tem empurrado muita gente para a migração como alternativa de sobrevivência. O
17ª Assembleia Diocesana das CEBs (Comunidades Eclesiais de bases) da Diocese de Miracema do Tocantins.

17ª Assembleia Diocesana das CEBs (Comunidades Eclesiais de bases) da Diocese de Miracema do Tocantins.

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“Igreja em saída, enfrentando os desafio e perspectivas do caminhar no mundo urbano e rural, e como lema: Vós sois o sal da terra e luz do mundo”(Mt. 5,13-14), Aconteceu de 07 a 09 de setembro, na comunidade paciência, em Colinas do Tocantins, a 17ª Assembleia Diocesana das CEBs (Comunidades Eclesiais de bases) da Diocese de Miracema do Tocantins. Com o tema: “Igreja em saída, enfrentando os desafio e perspectivas do caminhar no mundo urbano e rural, e como lema: Vós sois o sal da terra e luz do mundo”(Mt. 5,13-14), a assembleia foi assessorada pelo professor Celso Carias da PUC do Rio de Janeiro que a partir dos documentos e propostas do Concilio Vaticano II e outros documentos da igreja, refletiu com os participantes sobre o tema proposto. Segundo professor Celso, a economia vive um t
Elsie Vinhote: “O Sínodo da Amazônia é uma forma de escutar como atuamos aqui”

Elsie Vinhote: “O Sínodo da Amazônia é uma forma de escutar como atuamos aqui”

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A vida religiosa sempre foi presença determinante na evangelização da Amazônia. As Irmãs Adoradoras do Sangue de Cristo chegaram na região amazônica mais de setenta anos atrás. Atualmente sua coordenadora regional é Elsie Vinhote, nascida em Borba, na beira do Rio Madeira, afluente do Amazonas.  Escutar as pessoas que nasceram, cresceram e vivem sua vida religiosa na região, pode ser uma boa metodologia para encontrar pistas que permitam avançar nos novos caminhos para a Igreja e para a ecologia integral propostos pelo Sínodo da Amazônia, que a religiosa vê como “um olhar do carinho de Deus pela Amazônia”, como “uma forma de escutar como atuamos aqui, e a vida religiosa, a Igreja, se encarnar na vida cotidiana do povo”. Um dos grandes desafios para a Igreja na Amazônia é as comunidades
Na fronteira, o Evangelho não entende a discriminação

Na fronteira, o Evangelho não entende a discriminação

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Viver na fronteira pode ser entendido a partir de dois pontos de vista, como um lugar que estabelece pontes ou, pelo contrário, constrói muros. Pacaraima tornou-se nos últimos tempos um lugar que muitos aprenderam a colocar no mapa. Até pouco tempo atrás, ela não passava de uma pequena cidade na fronteira entre o Brasil e a Venezuela, pouco frequentada, mesmo passando lá a única estrada entre os dois países. No entanto, a crise venezuelana e o afluxo maciço de imigrantes criou conflito, incentivado muitas vezes por políticos inescrupulosos em busca de votos nas próximas eleições de outubro. Discursos incendidos de ódio dos candidatos roraimense são prática comum, especialmente nas redes sociais. Eles querem fazer acreditar ao povo que os venezuelanos estão vindo tomar o que eles têm, o
Roraima, uma Igreja samaritana com os imigrantes venezuelanos

Roraima, uma Igreja samaritana com os imigrantes venezuelanos

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Dom Mário Antônio da Silva, que não hesitou em colocar a Igreja local a serviço de quem muitos rejeitam, mostrando que a Igreja deve e deve ser misericordiosa, samaritana e curadora das feridas daqueles que mais sofrem. O Papa Francisco faz continuamente um apelo a ser uma Igreja Samaritana, que cura as feridas daqueles que mais sofrem. Podemos dizer que a Igreja de Roraima está fazendo realidade o desejo do bispo de Roma, realizando um trabalho, por meio de pastorais, organismos, paróquias e áreas missionárias, que permite de algum modo diminuir o sofrimento dos imigrantes venezuelanos. Só na capital do estado de Roraima, Boa Vista, estima-se que existam cerca de trinta mil venezuelanos, o que representa quase dez por cento da população total. Destes, cerca de seis mil estão em abrigo
Migração e tráfico humano, realidades abafadas que precisam ser debatidas dentro da Igreja

Migração e tráfico humano, realidades abafadas que precisam ser debatidas dentro da Igreja

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A“globalização da indiferença”, que vai apagando a sensibilidade com o próximo, numa sociedade que perdeu a capacidade de se compadecer. O processo sinodal é o pano de fundo que está presente em muitos encontros eclesial da Igreja da Amazônia. Uma das atitudes fundamentais dentro desse processo é a escuta, que ajuda a conhecer realidades muitas vezes abafadas na Amazônia, inclusive dentro da própria Igreja. A migração forçada e o tráfico humano fazem parte dessa lista de “coisas esquecidas”. Na perspectiva de conhecer melhor para poder fazer um trabalho pastoral mais eficaz nesses campos, aconteceu de 31 de agosto a 2 de setembro em Manaus o Seminário sobre Migração forçada e Tráfico de pessoas, com mais de cem participantes, representantes de todas as dioceses e prelazias do Regional
Guarani-kaiowa, um povo largamente perseguido, que vive na miséria, mas permanece na luta

Guarani-kaiowa, um povo largamente perseguido, que vive na miséria, mas permanece na luta

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 “Uma luta árdua, não vai ser fácil reconquistar o território tradicional”. “Já morreram muitos, a lista dos que foram assassinados é grande, preferem morrer todos a se entregar e sair, permanecer na luta, unidos, mesmo correndo o risco de todos serem enterrados” As políticas do governo brasileiro contra os povos indígenas são claramente persecutórias, muitas vezes com o apoio explícito do poder judiciário. Um dos povos que mais sofrem essa atitude são os guarani-kaiowa, “um povo largamente perseguido, que vive na miséria e passa fome, que foi despejado de suas terras”, como denunciam agentes do Conselho Indigenista Missionário – CIMI, que preferem não se identificar como medida de precaução diante das constantes ameaças que sofrem em conseqüência de seu trabalho pastoral. Trabalhar co